“…com interoperabilidade de dados…”

Este assunto pode ser detalhado em diversas páginas e artigos cientificos, pois é uma das bases da metodologia, cujo estudos foram realizados durante anos para se conseguir um tipo de arquivo que pode ser lido parcialmente – o IFC.

Mas antes de falarmos um pouco sobre o IFC, você sabe o que é interoperabilidade?

É a ação de um sistema poder conversar com outro tipo de sistema, um exemplo simples, é quando o arquiteto fez o projeto no Revit, porem o calculista estrutural usa o Eberick, porem ambos trabalham no mesmo projeto.

Então quanto melhor a interoperabilidade criada, melhor a qualidade dos dados lidos numa gama maior de softwares, possibilitando uma facilidade no uso da essência do BIM, onde é a comunicação entre todos os integrantes participantes.

Para haver esta troca de informações foi desenvolvido um modelo de dados onde o seu formato é “não proprietário”, o IFC,

Logo não é apenas um software que pode criar tal formato, cujo pode ser lido por programas adeptos ao BIM. Uma das características de um software BIM, é a possibilidade de importação e exportação de arquivos IFC.

Este arquivo surgiu em 1997 e esta sendo desenvolvido até hoje, onde a buildingSMART certifica, para assim, todos estes softwares trabalharem com o mesmo arquivo, atualmente existe cerca de cento e cinquenta softwares certificados.

Um dos livros mais explicativos sobre a tecnologia BIM, “Manual do BIM” (Estman, Chuck), super recomendo esta leitura, tem um capitulo inteiro, apena explicando a historia do IFC e a interoperabilidade criada por esse tipo de arquivo.

Vou finalizar este post com uma parte do livro:

“Os dados do modelos são gerados, em parte, para serem compartilhados com outras aplicações com vistas e estudos iniciais de viabilidade do empreendimento, para colaboração com engenheiros e outros consultores e depois para a construção. Isso é suportado pelo grau com que a ferramenta BIM proporciona interfaces diretas com outros produtos específicos e, mais genericamente, seu suporte a importação e exportação por meio de padrões abertos de intercâmbio de dados” – “Manual do BIM” (Estman, Chuck Capitulo 3)

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